4. Sinais Clínicos:
- EE intermitente = assintomáticos;
- Intolerância ao exercício;
- Ruídos respiratórios (DDPM, flutter dos ligamentos);
- Tosse, disfagia, pneumonia.
(Ferraro GL,1990)
5. Diagnóstico:
- Histórico;
- Endoscopia:
contorno da epiglote ainda visível;
sem vascularização característica;
bordos não-serrilhados;
coloração alterada;
ulceração dos ligamentos;
aderências e edema de mucosa.
(Schumacher J, 2000)
6. Avaliação Fisiológica:
- Determinação do tamanho da epiglote;
- Anormalidades de formato?;
- Severidade e duração da afecção.
(Ferraro GL, 1990; Linford RL, et al. 1983)
7. Tratamento:
- Cirúrgico;
- Técnicas:
divisão axial x ressecção
82% x 27%
- Bom para casos agudos (75%);
- Pobre nos casos: Crônicos;
DDPM;
Deformidades;
Fraturas;
Úlceras de epiglote.
(Robertson JT; Ducharme NG, 2005)
Encarceramento da Epiglote no Ligamento Aritenoepiglótico
• Intolerância ao exercício, ruído respiratório
• Muitas vezes pode ser assintomático
•Incisão cirúrgica via nasal com auxílio do Vídeo Endoscópio
•Anestesia local (10 a 20 ml de lidocaína 2%) aplicada topicamente através de uma sonda introduzida pelo canal de trabalho do endoscópio
Condroma Aprisionamento de Epiglote
Anestesia
Incisão
Incisão Perfeita
Incisão Parcial
Cirurgia entrep sem sec sem fio
•Eletrobisturi X incisão cirúrgica: alteração na dinâmica da laringe, abcessos, lesão no palato mole e epiglote
•Incisão cirúrgica com o cavalo sob anestesia geral: se durante o procedimento houver liberação espontânea do ligamento, dificilmente ele retornará a posição encarcerada para poder terminar o procedimento
Ecarceramento
- Schumacher (2000):
75% resolução dos casos sem DDPM;
50% resolução dos casos com DDPM.
- Lumdsen JM, Stick JA, Caro JP (ano):
82% sucesso após div. Axial transoral;
5-10% de recidivas;
10-15% desenvolveram DDPM;
27% sucesso com a Laringotomia.